segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Os Cereais...


Para muitos os cereais só servem para engordar... Como estão errados!!!!
Os cereais possuem propriedades nutritivas (oligoelementos, vitaminas, sais minerais e enzimas), energéticas e fortificantes que se manifestam plenamente quando consumidos integrais. Devido a estas características, são essenciais ao crescimento e a estados específicos como a gravidez, a convalescença ou a fadiga. Na verdade, os cereais contêm todos os elementos necessários para compensar as energias despendidas pelo organismo. A agricultura surgiu há milhares de anos com o cultivo dos cereais. O trigo, o arroz e o milho, por exemplo, eram a base alimentar de algumas civilizações. Porém, com a evolução tecnológica, a variedade de alimentos à nossa disposição é cada vez maior. No entanto, a sua qualidade é, infelizmente muitas vezes afectada, devido principalmente ao facto de grande parte dos alimentos serem refinados e não integrais.Para além dos nutrientes que podemos encontrar individualmente nos cereais, estes são ricos em hidratos de carbono (que fornecem energia) e em fibras integrais. Nomeadamente estas últimas, são essenciais ao bom funcionamento do organismo, pois promovem a actividade intestinal e, de acordo com variados estudos, ajudam a controlar os níveis de colesterol e de diabetes e ainda protegem contra alguns tipos de cancro.O trigo é, actualmente, o cereal mais cultivado, sendo utilizado em muitas preparações culinárias. Deste cereal obtém-se a farinha, utilizada maioritariamente na panificação. Para além do pão, o trigo é usado nas massas, em pastelaria, etc. O farelo de trigo é rico em fibra, pelo que é um excelente regulador intestinal e o óleo do seu gérmen é rico em vitamina E. Este cereal possui cálcio, magnésio, sódio, potássio, cloro, enxofre, flúor, silício, zinco, manganês, cobalto, cobre, iodo, vitaminas A, B, K, D, PP, pelo que pode beneficiar situações de raquitismo, astenia, anemia, doenças cardiovasculares, entre outras. Porém, o trigo, tal como outros cereais, possui glúten, uma proteína a que algumas pessoas são intolerantes (doença celíaca). Quando germinado, o trigo aumenta o seu teor de nutrientes. O trigo, de preferência integral, deve fazer parte da nossa alimentação diária, por exemplo, ao pequeno-almoço, misturado em saladas, sopas, batidos, ou sob a forma de sêmola, de cuscuz e bulgur.O arroz não possui gordura ou sal, mas é um alimento muito nutritivo. Nomeadamente o arroz integral, é rico em vitaminas E, B, cálcio, fósforo e magnésio, ajudando na prevenção de doenças cardiovasculares. O seu teor de fibras favorece a digestão. O milho é originário da América Central e é considerado um cereal dos países quentes. Este alimento é pobre em aminoácidos essenciais, nomeadamente lisina, mas é rico em glúcidos e lípidos. Contém enxofre, fósforo, sódio, potássio, magnésio, cálcio, ferro, zinco, entre outros e vitaminas B e E. O milho é energético, reconstituinte e ajuda a diminuir os níveis de colesterol e a moderar a actividade da tiróide. Pode ser ingerido directamente da espiga, em sopas, cremes, pastelaria ou em pão.A cevada e o centeio são cereais ricos em fibras solúveis, pelo que ajudam a regular o apetite e os níveis de glicose no sangue. Possuem ainda vitamina E, magnésio, selénio e folato. Pode ser adicionado a sopas, cremes ou iogurtes. Estes cereais são ainda utilizados nos sucedâneos de café e na fabricação de pão.A aveia é considerada um cereal dos países frios e húmidos, pois aumenta a resistência do organismo ao frio. É um alimento rico em proteínas e matérias gordas e o seu teor de sais minerais (ferro, potássio, cálcio, magnésio, fósforo e sódio) e vitaminas (B1, B2, D, PP, provitamina A) é elevado. A aveia é habitualmente consumida sob a forma de flocos, em papas ou utilizada na confecção de sopas ou pastelaria. Devido ao seu conteúdo de fibras, ajuda também a regular os níveis de glicose no sangue e o apetite, o que beneficia o controlo de peso, a cardiopatia e a diabetes.Outros cereais, como trigo sarraceno, o milho miúdo ou a quinoa, apesar de serem menos conhecidos, apresentam qualidades nutricionais igualmente importantes. Por exemplo, o trigo sarraceno é o cereal que apresenta o maior nível de magnésio e rutina. Contém outros minerais e vitaminas em quantidades assinaláveis. Por seu lado, o milho miúdo é o cereal mais rico em vitamina A. A quinoa é um cereal originário dos Andes e é um dos mais ricos em proteínas e aminoácidos, ao contrário de outros cereais.Os cereais integrais devem ser colocados de molho antes de serem cozinhados, para diminuir o tempo de cozedura e evitar que se percam grande parte dos nutrientes integrais.Os cereais devem ser ingeridos ou longo do dia, começando pelo pequeno-almoço e, sempre que possível, às refeições principais. Estes alimentos saciam, são nutritivos e ajudam a controlar o peso. Porém, a saúde resulta do equilíbrio, daí que a melhor alimentação assenta na variedade.

Fonte: Site Boa Forma

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Obesidade: Por causa de estresse e falta de sono..

Por que a obesidade vem crescendo tanto?

Essa é uma pergunta freqüente. E as respostas são um tanto óbvias: estamos comendo mais e gastando menos calorias por causa do sedentarismo, sem dúvida. Mas tudo leva a crer que outros fatores estejam relacionados à incrível epidemia de obesidade que nos assola. Quais são eles? A ciência vem pesquisando vários, mas nesta coluna vou citar apenas dois: estresse e falta de sono.

Estudos em animais, incluindo macacos geneticamente muito semelhantes aos humanos, mostram que as tensões levam ao ganho de peso, particularmente na região abdominal, mesmo sem aumento na quantidade de alimentos ingeridos. Isso se deve, entre outras causas, à elevação na produção do cortisol, hormônio eminentemente engordativo. Inúmeros dados mostram também que dormir poucas horas engorda. É que a privação está associada à diminuição dos níveis de leptina, hormônio emagrecedor. Isso é só o começo da história. Ela continua na próxima edição.

Alfredo Halpern, médico endocrinologista do Hospital das Clínicas de São Paulo, é autor do livro Dieta dos Pontos, lançado por SAÚDE! Vá atrás do seu exemplar!
Fonte: Revista Sáude

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Proteína demais engorda?...

Aprenda a dose certa para a balança não subir


Não há dúvida: a proteína ajuda a emagrecer. Mas só os primeiros 30 gramas ingeridos na refeição constroem músculos, essenciais para a queima de calorias. Mais do que isso pode virar gordura, principalmente se você costuma exagerar nesse nutriente à noite – alertam pesquisadores do Departamento Médico da Universidade do Texas, em Galveston, nos Estados Unidos.

A sugestão é caprichar nesse item no café da manhã, no almoço e nos lanches, reduzindo a porção no jantar. Segundo a nutricionista Michele Trindade, do Departamento de Alimentos e Nutrição Experimental da Universidade de São Paulo (USP), a dose diária varia de 0,8 a 1,2 grama por quilo de peso. Então, se você pesa 55 quilos pode ingerir de 44 a 66 gramas. “E não pense que dobrar a proteína depois da musculação dá mais força aos músculos”, diz a especialista. “O que importa é ingerir a quantidade indicada ao longo do dia.” Confira a dose desse nutriente em alguns alimentos.


ALIMENTO QUANTIDADE PROTEÍNA

Contra filé (filé médio/110 g) 36 g
Frango (filé grande/110 g) 32 g
Merluza (filé grande/110 g) 26 g
Iogurte (pote/170 ml) 7 g
Leite (copo/200 ml) 7 g
Queijo (fatia média/25 g) 6 g
Ovo (unidade) 6 g

Fonte: Site Boa Forma

Escolinha de Futebol do Náutico

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