terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Colesterol: Entenda Como Ele Age e Quando é um Perigo à Nossa Saúde...

Um dos vilões em moda no final deste século é o colesterol. Popularizado em várias matérias jornalísticas, este elemento da nossa alimentação também tem seu valor e precisa ser entendido como age em nosso organismo. Ele é nada mais que uma gordura e pode ser recebido pelo nosso corpo de duas maneiras, pelos alimentos de origem animal e como um produto fabricado pelo próprio fígado.

Sua função é fundamental para a vida. Ele age na composição da membrana que envolve todas as nossas células, necessário para a formação dos nossos hormônios sexuais, ácidos biliares e vitamina D. Ele circula por todo o corpo e não é solúvel no sangue. Utiliza uma proteína, a lipoproteína, para se movimentar. Depois de fazer viagem do fígado para os tecidos o excesso deve ser eliminado.

Aí Está o Problema

O excesso ocorre se a pessoa ingere alimentos que contenham colesterol em demasia, como carnes gordas e ovos, quando o fígado o produz demais ou o somatório dos dois.

Este excesso pode se depositar nas artérias endurecendo a parede e formando placas que gradualmente as entopem. Esse processo é conhecido pois pode gerar doenças como a arteriosclerose, isquemia cerebral e obstrução das veias das pernas.

As pessoas sedentárias, obesas e que ingerem alimentos ricos em colesterol são mais propensas a ter níveis elevados. Os homens correm mais riscos do que as mulheres, já que o organismo feminino fica menos exposto devido à ação do hormônio estrógeno. Ele equilibra a proporção dos dois tipos de lipoproteínas que fazem o transporte do colesterol.

As altas taxas de colesterol no organismo não mandam avisos prévios. Os sintomas só aparecem depois que as placas já se formaram. Para evitar que isto ocorra o ideal é fazer exames periódicos para que se possa controlar o nível de colesterol no organismo.

Tratamentos

Em alguns casos apenas uma dieta específica e equilibrada, à base de alimentos que ajudam a diminuir a dosagem de colesterol, basta para manter os níveis aceitáveis de colesterol.

Exercícios físicos leves como, caminhadas e natação também auxiliam. Mas nem sempre é tão fácil corrigir o problema. Quando o aumento se deve a uma produção excessiva do fígado, há necessidade de uso de medicamentos indicados pelo endocrinologista.

Cuidados preliminares podem combater este risco do excesso. Exames periódicos a partir dos 20 anos de idade, correção de hábitos alimentares e uma melhor distribuição das refeições são fundamentais. Caso exista a necessidade de refeições fora de casa, o uso de pratos com pouca ou nenhuma gordura é o ideal.

Apenas um exame de sangue indica a taxa de colesterol no organismo. O nível considerado bom é de 200 mg/dl. A faixa limite é entre 200 mg e 240 mg/dl. Acima disto, o risco de ter obstruções nas artérias e problemas cardíacos aumenta.

A relação entre o risco de aterosclerose cardíaca e os níveis séricos de lipoproteínas encontra-se bem estabelecida. Níveis elevados de colesterol total e de colesterol de lipoproteína de baixa densidade (LDL-C), assim como níveis baixos de colesterol de lipoproteína de alta densidade (HDL-C), estão associados a um risco elevado.

Em algumas situações, tais como hiperlipoproteinemia combinada familiar (HLCF), disbetalipoproteinemia, e diabetes melito, níveis elevados de triglicerídeos são também um indicador do aumento do risco de doença cardiovascular.

Os níveis de colesterol devem ser obtidos de todos os adultos acima dos 20 anos. A presença de fatores de risco cardíaco não-lipídicos também deve ser determinada. O HDL-C também deve ser mensurado ao avaliar-se o colesterol. Um nível abaixo de 35 mg/dl é considerado baixo. HDL-C alto — acima de 60 mg/dl — pode ser protetor, sendo tratado como fator de risco negativo.

O LDL-C desejável é de até 130 mg/dl. Os pacientes nesse grupo devem receber informação geral sobre dieta e fatores de risco, e os níveis de colesterol total e de HDL-C devem ser reavaliados em 5 anos. O limite de alto risco do LDL-C é de 130 a 150 mg/dl. A presença de fatores de risco determina o tratamento posterior.

Atenção

Alimentos sem restrições: Cereais, legumes e verduras, frutas, iogurte desnatado, aveia, gelatina, farinhas em geral, pão, queijo branco e outros.

Alimentos com moderação: Sementes oleaginosas (nozes e amendoim), óleos (soja, milho e girassol) e margarina.

Alimentos com alto risco: Carnes gordas, pele de frango, camarão, lagosta, carne de porco. miúdos embutidos, ovos, chocolate, leite integral, creme de leite, bacon, empanados, frituras, presunto, mortadela, salame, queijos amarelos e outros.

Fonte: Manual de Terapêutica Clínica - 28a. Ed. - 1996.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

10 passos para um verão em forma...

Confira dicas infalíveis para esculpir as curvas e arrasar na próxima temporada de praia

Por Nádia Tamanaha


Todo ano é a mesma história: o verão se aproxima e recomeça a corrida contra o relógio - e a balança! Para ajudar você na missão de reconquistar as curvas a tempo, BOA FORMA conta quais são os 10 passos para você a chegar lá!

1. Determine metas realistas
Trabalhar com metas possíveis é fundamental, ainda mais quando o assunto é exterminar os quilinhos a mais. Não adianta estabelecer objetivos inatingíveis, que só irão trazer frustração e desânimo. Por isso, mantenha o foco e nunca deixe para começar amanhã. “Faça pequenas mudanças aos poucos, como trocar o pão francês por 1 fatia de integral, comer frutas no lugar de doces e evitar frituras”, aconselha a nutricionista Sônia Almeida, do grupo Vigilantes do Peso.

BÔNUS: Acredite em você!

2. Atividades físicas são fundamentais
Cuidar da alimentação é o primeiro passo para uma vida mais saudável e um corpo mais enxuto. No entanto, não é novidade que, para arrasar no biquíni, só ficar de olho no que colocamos no prato não é suficiente: é preciso apostar nas atividades físicas também. O importante é começar a qualquer momento. Inscreva-se em uma academia ou saia para caminhar 30 minutos todos os dias. O fundamental é se mexer.

BÔNUS: Escolha um exercício que combina com você

3. Nada de dietas radicais
As festas de fim de ano estão aí e, talvez, já não dê mais tempo de exterminar todos os excessos. Mas, isso não é desculpa para mergulhar em uma dieta radical e prejudicar a saúde. O segredo é adotar uma dieta balanceada ou apostar em hábitos mais saudáveis e cortar as doses exageradas de sal, açúcar e bebidas alcoólicas.

BÔNUS: Acerte no tamanho do seu prato

4. Mantenha o foco
A ida à praia, às festas e confraternizações de fim de ano e até mesmo um jantar no restaurante são perigosas armadilhas para quem está querendo exterminar as gordurinhas. Nesses casos, o truque é forrar o estômago com opções saudáveis antes de partir para o evento em questão. Dessa forma, você não fica tentada a fazer escolhas calóricas ou exagerar nos doces e salgadinhos. No caso da praia, a melhor saída é levar seu próprio lanche para o passeio: assim você foge de tentações como a tradicional espiga de milho na manteiga ou o camarão no espeto.

BÔNUS: 10 atitudes para conseguir o que você quer

5. A água ajuda muito
Todo mundo já sabe, mas não custa repetir: a água é ingrediente indispensável no dia a dia de quem quer uma vida mais saudável. Além de ser importante para manter a hidratação do organismo, ajuda a combater a retenção de líquido, o que alivia o inchaço, e contribui para o bom funcionamento do seu intestino.

BÔNUS: A água faz maravilhas por você, acredite!

6. Longe das armadilhas
Quem quer emagrecer tem que incluir salada no prato. No entanto, é preciso tomar cuidado para não cair na armadilha dos molhos prontos, que podem ser calóricos, e dos complementos, como queijos e frios. “Para que seu prato de salada não vire uma bomba calórica, aposte nos produtos na versão light ou nos naturais, feitos com ervas, vinagre balsâmico e pouco azeite”, ensina Sônia. Para completar a refeição, escolha lascas de carne magra, croûtons light e pedaços de frutas frescas.

BÔNUS: Saldas perigosas!

7. Evite o açúcar
Pesquisas recentes revelam que o consumo exagerado de açúcar faz com que o gosto pelas frutas diminua. Para não deixar que os doces roubem o lugar das opções saudáveis, a dica é trocar uma dose de açúcar (uma colher de sopa) por uma fruta todos os dias. Dessa forma, as papilas gustativas voltam a sentir e apreciar o sabor da fruta fresca.

BÔNUS: Escolha a fruta certa

8. Que tal fazer um diário alimentar?
Anotar tudo o que entra no seu cardápio diariamente - até mesmo os lanchinhos entre uma refeição e outra - ajuda a manter você na linha. O hábito aumenta sua determinação e ajuda a entender o que está errado na dieta. Mas, atenção, só funciona se você for sincera e anotar tudinho o que come.

BÔNUS: Como fazer um diário na internet

9. Fibras fazem bem!
O nutriente também faz parte da lista dos itens indispensáveis para quem quer emagrecer. As fibras dão sensação de saciedade e ainda ajudam a manter o intestino em pleno funcionamento. Por isso, não deixe de incluir em seu cardápio: legumes, frutas, nozes e alimentos integrais em geral são ótimas fontes.

BÔNUS: Fibras para emagrecer

10. Dieta com prazer
Quem segue um estilo de vida saudável pode, sim, se deliciar com um sorvetinho. No entanto, a nutricionista Sônia alerta: “O sorvete de frutas light no palito é a melhor opção. Outra alternativa são os feitos de iogurte diet”, sugere.

BÔNUS:As calorias dos sorvetes de massa e picolé

Fonte: Site Boa Forma

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Os Cereais...


Para muitos os cereais só servem para engordar... Como estão errados!!!!
Os cereais possuem propriedades nutritivas (oligoelementos, vitaminas, sais minerais e enzimas), energéticas e fortificantes que se manifestam plenamente quando consumidos integrais. Devido a estas características, são essenciais ao crescimento e a estados específicos como a gravidez, a convalescença ou a fadiga. Na verdade, os cereais contêm todos os elementos necessários para compensar as energias despendidas pelo organismo. A agricultura surgiu há milhares de anos com o cultivo dos cereais. O trigo, o arroz e o milho, por exemplo, eram a base alimentar de algumas civilizações. Porém, com a evolução tecnológica, a variedade de alimentos à nossa disposição é cada vez maior. No entanto, a sua qualidade é, infelizmente muitas vezes afectada, devido principalmente ao facto de grande parte dos alimentos serem refinados e não integrais.Para além dos nutrientes que podemos encontrar individualmente nos cereais, estes são ricos em hidratos de carbono (que fornecem energia) e em fibras integrais. Nomeadamente estas últimas, são essenciais ao bom funcionamento do organismo, pois promovem a actividade intestinal e, de acordo com variados estudos, ajudam a controlar os níveis de colesterol e de diabetes e ainda protegem contra alguns tipos de cancro.O trigo é, actualmente, o cereal mais cultivado, sendo utilizado em muitas preparações culinárias. Deste cereal obtém-se a farinha, utilizada maioritariamente na panificação. Para além do pão, o trigo é usado nas massas, em pastelaria, etc. O farelo de trigo é rico em fibra, pelo que é um excelente regulador intestinal e o óleo do seu gérmen é rico em vitamina E. Este cereal possui cálcio, magnésio, sódio, potássio, cloro, enxofre, flúor, silício, zinco, manganês, cobalto, cobre, iodo, vitaminas A, B, K, D, PP, pelo que pode beneficiar situações de raquitismo, astenia, anemia, doenças cardiovasculares, entre outras. Porém, o trigo, tal como outros cereais, possui glúten, uma proteína a que algumas pessoas são intolerantes (doença celíaca). Quando germinado, o trigo aumenta o seu teor de nutrientes. O trigo, de preferência integral, deve fazer parte da nossa alimentação diária, por exemplo, ao pequeno-almoço, misturado em saladas, sopas, batidos, ou sob a forma de sêmola, de cuscuz e bulgur.O arroz não possui gordura ou sal, mas é um alimento muito nutritivo. Nomeadamente o arroz integral, é rico em vitaminas E, B, cálcio, fósforo e magnésio, ajudando na prevenção de doenças cardiovasculares. O seu teor de fibras favorece a digestão. O milho é originário da América Central e é considerado um cereal dos países quentes. Este alimento é pobre em aminoácidos essenciais, nomeadamente lisina, mas é rico em glúcidos e lípidos. Contém enxofre, fósforo, sódio, potássio, magnésio, cálcio, ferro, zinco, entre outros e vitaminas B e E. O milho é energético, reconstituinte e ajuda a diminuir os níveis de colesterol e a moderar a actividade da tiróide. Pode ser ingerido directamente da espiga, em sopas, cremes, pastelaria ou em pão.A cevada e o centeio são cereais ricos em fibras solúveis, pelo que ajudam a regular o apetite e os níveis de glicose no sangue. Possuem ainda vitamina E, magnésio, selénio e folato. Pode ser adicionado a sopas, cremes ou iogurtes. Estes cereais são ainda utilizados nos sucedâneos de café e na fabricação de pão.A aveia é considerada um cereal dos países frios e húmidos, pois aumenta a resistência do organismo ao frio. É um alimento rico em proteínas e matérias gordas e o seu teor de sais minerais (ferro, potássio, cálcio, magnésio, fósforo e sódio) e vitaminas (B1, B2, D, PP, provitamina A) é elevado. A aveia é habitualmente consumida sob a forma de flocos, em papas ou utilizada na confecção de sopas ou pastelaria. Devido ao seu conteúdo de fibras, ajuda também a regular os níveis de glicose no sangue e o apetite, o que beneficia o controlo de peso, a cardiopatia e a diabetes.Outros cereais, como trigo sarraceno, o milho miúdo ou a quinoa, apesar de serem menos conhecidos, apresentam qualidades nutricionais igualmente importantes. Por exemplo, o trigo sarraceno é o cereal que apresenta o maior nível de magnésio e rutina. Contém outros minerais e vitaminas em quantidades assinaláveis. Por seu lado, o milho miúdo é o cereal mais rico em vitamina A. A quinoa é um cereal originário dos Andes e é um dos mais ricos em proteínas e aminoácidos, ao contrário de outros cereais.Os cereais integrais devem ser colocados de molho antes de serem cozinhados, para diminuir o tempo de cozedura e evitar que se percam grande parte dos nutrientes integrais.Os cereais devem ser ingeridos ou longo do dia, começando pelo pequeno-almoço e, sempre que possível, às refeições principais. Estes alimentos saciam, são nutritivos e ajudam a controlar o peso. Porém, a saúde resulta do equilíbrio, daí que a melhor alimentação assenta na variedade.

Fonte: Site Boa Forma

Escolinha de Futebol do Náutico

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